Demo Session
- Uma música, gravada com a banda tocando junta
- Captação de áudio e vídeo ao mesmo tempo
- Mixagem da faixa
- Clipe ao vivo editado
Sugerido para a banda iniciante, que ainda não tem material profissional para mostrar.
Estúdio B2 · Belo Horizonte
Captação ao vivo, clipe e mixagem, em uma produtora boutique de Belo Horizonte — comandada por quem também sobe no palco.
Ao vivo ou em camadas
A banda toca junta, na mesma sala, e a gente capta áudio e vídeo ao mesmo tempo. A captação acontece em um dia de estúdio — e você sai com clipe, não só com a faixa.
Sugerido para a banda iniciante, que ainda não tem material profissional para mostrar.
Sugerido para quem precisa de repertório na mão — fechar show, mandar proposta.
Gravação instrumento por instrumento, em camadas, com tempo para trabalhar arranjo e timbre e regravar o que precisar. É o caminho quando o objetivo é lançar, e não registrar.
Sugerido para o artista autoral que vai lançar música própria.
Sugerido para o projeto em consolidação, que quer catálogo e não uma faixa avulsa.
Onde acontece
Um estúdio boutique: pequeno por escolha, para que cada gravação seja tratada como única — e não como mais uma da fila.
Em 2018 a sala recebeu um projeto acústico profissional. Na prática: o ambiente é controlado. Os reflexos foram estudados e domados com amortecedores sob medida, então o que chega ao microfone é o som do seu instrumento — limpo, sem a "sujeira" do cômodo junto.
É a diferença entre uma gravação que soa profissional e uma que soa gravada em casa. A bateria e os amplificadores já ficam na sala: o tempo de preparação vai para a microfonação e os testes, não para montar equipamento do zero.
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Quem opera
Baterista desde os sete anos e músico atuante em Belo Horizonte, aluno de Música Popular na Escola de Música da UFMG, com especialização em bateria.
Como sideman, toca em projetos como Projeto Cantim, Carol Pacheco e Anna Pêgo, e já subiu ao palco do Planeta Brasil.
Tocou na International Beatle Week, em Liverpool, abriu shows de Capital Inicial, Barão Vermelho e Biquíni Cavadão e foi instrutor de bateria no Cifra Club.
Tem estrada de estúdio, singles, EPs e quatro álbuns, dos dois lados: tocando e à frente da produção. No B2, dirige e opera cada gravação.
Você grava aqui porque eu sei exatamente a sensação que o músico quer ter.
Quem está te gravando entende o que você está tentando fazer, porque também toca.
Banda B2 em casa, dezembro de 2010.
Desde 2010
B2 é abreviação de Baino’s Band: dois B, B ao quadrado. A banda que Fernando Baino montou com três primos em 2010, ensaiando num quarto de 3 x 2 metros.
Foi esse grupo que transformou o laboratório fotográfico do tio numa sala de ensaio: a primeira versão deste estúdio.
Fernando morreu em 2011, e foi por causa dele que o Rafa sentou na bateria aos sete anos. Hoje é ele quem dirige o B2.
O estúdio fica no bairro Sagrada Família, em Belo Horizonte, e atende com agendamento. Combinamos o endereço exato e o horário no WhatsApp.
Portfólio
Gravação, mixagem e clipe ao vivo — do primeiro take à entrega.
Quer ver o trabalho da sua banda aqui? Chama a gente.
Bora gravar
O jeito mais rápido é o WhatsApp. Se preferir, deixa uma mensagem no formulário.
É o canal mais rápido. Manda um oi, conta o que a sua banda ou o seu projeto precisa, e a gente já começa a desenhar o orçamento.
Chamar no WhatsAppÉ escola de música, estúdio de ensaio, luthier ou videomaker? O B2 tem programa de parceria e indicação.
Falar sobre parceriaEm 2010, um telefonema mudou tudo. Fernando Baino tinha acabado de comprar uma bateria e começado a fazer aulas — e ligou para o primo Rodrigo com um desafio: voltar a tocar baixo depois de quase 15 anos parado. Rodrigo topou. Comprou um Fender e recomeçou.
O convite não parou aí. Fernando chamou o irmão Marcelo, que ainda guardava a guitarra antiga, e convenceu outro primo, Aldinho, a assumir os vocais. Assim nasceu a primeira formação da Banda B2 — Baino's Band —, ensaiando num quarto de 3 x 2 metros no apartamento dos pais de Fernando e Marcelo. Cabia pouco ali além de amplificador e vontade, mas sobrava o resto: amizade, risada, paixão pela música.
Foi esse grupo que teve a ideia de transformar o antigo laboratório fotográfico do tio Mauro numa sala de ensaios. Trabalharam com as próprias mãos — sem verba, sem pressa — e ali nasceu a primeira versão, totalmente artesanal, do Estúdio B2.
Em 2011, Fernando morreu. A banda parou. Mas parte da paixão dele já tinha pego adiante: o primo mais novo, Rafael Baino, com sete anos, começou a estudar bateria olhando para o exemplo que Fernando tinha deixado.
Um ano depois, em 2012, a Banda B2 voltou com nova formação — Lucas Guimarães nos vocais, Luiz Gustavo na guitarra base, e Rafael, agora com oito anos, atrás da bateria. Chegaram a se apresentar em bares de Belo Horizonte, sempre com autorização e os pais de Rafael por perto.
O estúdio cresceu junto com a banda. As reformas se sucederam até 2018, quando chegou o investimento que mudaria tudo de verdade: projeto acústico profissional, estrutura ampliada e reforçada, móveis planejados, equipamentos novos. De lá para cá, o cuidado com tecnologia e infraestrutura nunca parou.
Hoje quem dirige e opera o Estúdio B2 é o próprio Rafael — o garoto de sete anos que pegou a baqueta motivado por um primo mais velho. O nome ficou como está desde o início: uma homenagem à banda que começou tudo e, sobretudo, a Fernando Baino, o idealizador de uma história que, quase quinze anos depois, ainda ecoa.